27.4.11

Tempo de Poesia

Todo o tempo é de poesia.

Desde a névoa da manhã
à névoa do outo dia.

Desde a quentura do ventre
à frigidez da agonia

Todo o tempo é de poesia.


Entre bombas que deflagram
Corolas que se desdobram
Corpos que em sangue soçobram
Vidas que amar se consagram.

Sob a cúpula sombria
das mãos que pedem vingança.
Sob o arco da aliança
da celeste alegoria.

Todo o tempo é de poesia.

Desde a arrumação ao caos
à confusão da harmonia.
António Gedeão







9 comentários:

Navegar é preciso.. disse...

Oi Madalena,
Linda poesia e fotos maravilhosas!
Bjs!

Madalena disse...

Obrigada, Fátima, pela visita e comentário. Ainda bem que gostou.
Bjs

Brasil disse...

Hola,lindas fotografías!,me gusta mucho tu blog,enhorabuena!.
Besos desde España.

Madalena disse...

Muito obrigada, Brasil. Bjs de Portugal :)

ATÁDEGA disse...

Linda poesia!
Belas fotos, cumprimentos

Ale. disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ale. disse...

Muito bonito este texto. Desde a arrumação ao caos
à confusão da harmonia. Mas desta vez vou destacar a imagem. Você mostra muito bom gosto com imagens, mas desta vez, se superou.
Abraços,
Ale.

Madalena disse...

Obrigada, meus amigos enredados nestes espaços virtuais, que tanto me gratificam com as vossas visitas, mensagens e comentários.
Bjs a todos!

Unknown disse...

Muita saudade mana amada. Saudade das tuas poesias, palavras, carinhos. SAUDADE!