4.1.10

SENÃO QUANDO

Eu escrevo.
Senão,
como me lia?

Mas só escrevo
quando
ou à musa
que me inspira.



7 comentários:

Malena disse...

Mi querida Madalena: Con una imagen como la que has colgado, es fácil que vengan la inspiración y las musas.

Es preciosa.

Mil beijos e mil rosas.

Observador disse...

Neste caso a musa inspirou-a.

:)

Meg disse...

Madalena,

Tenho passado, só sobrevoando, que outras tarefas se apresentaram... urgentes e inapeláveis.
Mas estarei sempre presente mesmo em silêncio, Madalena.

Escreve, escreve sempre que a musa te inspire e dá-nos a ler o que escreves...

E continua a falar-nos das nossas memórias, faz-nos sentir o calor, as cores e os cheiros do que ficou para trás!
Bem hajas, minha amiga.

Beijinho

Madalena disse...

Querida Malena,
A imagem é real, não é fantasia tratada por fotógrafo. Vivi e registei no deserto do Namibe, em Angola, esta paisagem impressionista cujos palete de cores e raridade de tons me impressionou.
A musa inspirou-me de tal forma que me transcendeu na emoção e impediu-me de conseguir transcrever por palavras o fabuloso cenário com que me deparei e aqui registado pela objectiva.
A poesia ficou dentro de mim e da foto desde então.
Beijos de luz e obrigada, querida Malena.

Madalena disse...

Meu caro Observador, a musa inspirou-se a si própria e eu beneficiei do privilégio de poder registar esse momento na objectiva. A Natureza no seu esplendor é vibrante de beleza e inspira a imagem, o poema, a música, a alma.
Eu nada fiz: limitei-me a ficar extasiada e a registar o momento.
Um abraço e obrigada pelas visitas e comentários.

Madalena disse...

Querida Meg,
Sei e percebo que estás ocupada mas que passas por aqui como eu passo pelas tuas maravilhosas e inspiradoras páginas.
Sei da dificuldade em conseguir responder ou comentar o que lemos e apreciámos.
Por isso, como digo algures e tal como tu, importa é que saibamos que o silêncio não se traduz em indiferença e que estamos sempre presentes apesar dele.
Continuarei, enquanto puder, a deixar o meu registo sentido, o meu ponto de vista sobre o que me toca a alma. Seja o que for. E se há algo que me toca mesmo e me inspira a vida é, para além da música, da arte e dos afectos, a nossa terra, a nossa África abensonhada.
Sempre.
Foi ela que nos uniu aqui.
Um beijinho apertado e obrigada por tudo.

Noesperesnada disse...

Dice García Marquez que las musas inspiradoras no existen y que si existieran, cuando lleguen te tienen que encontrar escribiendo...